Brasileiros batem recorde mundial de overclocking

Alyen

Dezenas de pessoas reunidas em volta de um palco, perto da meia-noite de sexta-feira. Seria um barril de chopp? Um enxame de mesas de sinuca com mulheres nuas? Não, era o recorde mundial de overclocking sendo batido pela Equipe Brasileira de Overclocking (EBO).

Enquanto Carlos Alexandre Duarte explicava que o barril de nitrogênio líquido chegava à temperatura de 180ºC negativos para evitar super aquecimento, o público aguardava ansioso.


Entre gritos e aplausos orgasmáticos de “vai, vai, vai, vai”, os entusiastas aguardavam o desempenho do computador desafiado.

O recorde mundial de nucleares anterior era de 24.555 pontos, e a equipe brasileira agora é líder mundial, com 26.114 pontos. O SuperPi chegou aos 9.219 segundos, garantindo algumas posições a mais para nosso País no ranking mundial.

É provável que também tenha-se batido um recorde de decibéis geek em plena sexta-feira à noite, festejando a alegria de um recorde de performance de processadores.

Sem bar e sem álcool, os autores da conquista exibiram lágrimas emotivas. Estes merecem um drink – uma caipirinha bem brasileira, nas cores do recorde.

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